Sunday, November 19, 2006
Thursday, November 16, 2006
Há apenas três rodadas do final do Brasileiro, campeão, vice, rebaixados, classificados, jornalistas, cronistas, técnicos, corintianos e anti-corintianos só pensam numa coisa: até quando dura o silêncio dos jogadores do Corinthians?
Ainda hoje eu me impressiono com o número de matérias e citações ao assunto. Afinal de contas, faz mesmo sentido: do que vamos falar? Com o que vamos nos preocucar? A quem vamos defender? A quem vamos acusar? Qual a importância desse campeonato se não sabemos o que pensa os que desfilam sob o manto sagrado? Não existe vida além Corinthians.
O quanto vai durar é tão previsível quanto o Corinthians tem sido. Essa semana em mais uma mesa de bar cada um dava sua profecia para o ano que vem: vão contratar fulano; vão demitir siclano; o presidente vai cair; a zica MSI vai pro time da torcida terceirizada; serão construídos dois estádios, um pra cada facção; melhor, melhor, vão demitir todos, ficar só com os prata-da-casa e com o dinheiro vão mandar a diretoria toda pra Turquia!
Audiência garantida, novela sem fim. Confusão vai, confusão vem, tudo na sua devida proporção, ossos do ofício, a trajetória do herói. Sofrimento pouco é bobagem. Ingresso na mão, que sábado tem Corinthians, né não?
Wednesday, November 8, 2006
Sábado, 28, no Ginásio Poliesportivo de Barueri, pelo Showbol, com transmissão ao vivo em rede nacional: Viola, Ronaldo, Dinei, Rincón, Vampeta, Paulo Sérgio, Ezequiel, Édson “Abobrão”, Carlinhos e Maurício escreveram mais um capítulo do mais belo clássico do futebol.
Jogadores duelaram em campo e as torcidas nas arquibancadas. Maioria absoluta - como sempre - a Fiel empurrou seus jogadores a mais uma “sofrida” vitória, 10×8. O jogo beneficente, o clima de rivalidade - digno de sua história.
Rivalidade única, que jamais será entendida pelos pequenos, que aplaudem “apenas o gol”. Mais que míseros três pontos, mais que um jogo, que um campenonato: em disputa está a paixão, a tradição, a religião.
Muito antes de Viola imitar um porco após um gol alvinegro, mais precisamente quatro anos após o nascimento do herói Corinthians, pernetas saem direto no banco de reservas alvinegro e fundam seu arqui-rival: o time da colônia italiana.
Estavam fadados a ser apenas mais uma “Lusa” percebem? Mas, predestinados, os colonos italianos nem precisam se precocupar, têm seu lugar - de melhor coadjuvante – garantido na história do futebol: o rival do Todo Poderoso Timão!
Monday, November 6, 2006
Que final de Fórmula 1 o quê! Felipe o quê? Nesse domingo o Brasil inteiro estava ligado mesmo é no jogo do Curinthia, né não?
E os anti-corintianos de plantão? Tsc, tsc, tsc. Não tem olho gordo que derrube o Todo Poderoso Timão. São Jorge, os Deuses do Olimpo, as forças da natureza, os fracos e oprimidos, os sortilégios do futebol - como diria Armando Nogueira - mais uma vez tudo se moveu em prol do Corinthians, alegria do povo.
Nas duas últimas rodadas, quando tudo parecia perdido, a força maior já barrou os dois que vinham logo à frente enquanto o time de Minas nos fez figuração - praticamente não se mexeu - dá-lhe Coringão, de uma só vez, duas posições.
Amanhã, mais uma vez o mundo se dividirá diante de uma partida de futebol. Anti-corintianos personificados no time da colônia italiana, coadjuvantes por opção. Pouco entendem de futebol, que dirá de uma religião.
É o bem contra o mal, o Timão e o resto! Vai Corinthians, ganhar “de três pontos”, sofrido-sagrado: unha de Gavião!