Sunday, June 15, 2008

CORINTHIANS: ACIMA DO BEM E DO MAL 06.12.08

“Quando cheguei ao Parque São Jorge eu disse, com absoluta frieza, que não era corintiano, que era até anti-corintiano. Hoje, com a carreira encerrada, digo com a mesma tranqüilidade que sou corintiano até morrer. Eu, que sempre disse que não mudaria nada em minha carreira, se pudesse começar tudo outra vez, talvez, na verdade, mudasse uma coisa, algo totalmente inviável, mas enfim: se pudesse, eu gostaria de ter nascido no Parque São Jorge. Porque a torcida faz isso com você. Já vi moleque mudar de time só com a visão do que a torcida corinthiana é capaz de fazer num estádio.” ; “O Corinthians não é só um time e uma torcida. É um estado de espírito.” Sócrates

“Já vi o Corinthians vencer, já vi o Corinthians perder, mas eu nunca vi o Corinthians se entregar” Mário Sérgio

“Gostaria de ficar mais uns cinco anos pela Europa e depois jogar no Brasil no Corinthians, nesse time jogaria até de graça” Deco

“Para mim, em termos de torcida, de expectativa, de entusiasmo, essa conquista foi mais importante do que a Copa de 70 e todas as outras Copas em que fui convocado” Zé Maria, 1977

“Isso aqui já se tornou minha segunda pele. Nunca vai sair de mim.” Marcelinho, após o título da Copa do Brasil de 1995, referindo-se à camisa do Timão.

“Não que eu seja corintiano mas talvez minha carreira só não tenha sido completa por não ter jogado no Corinthians” Romário

“Nunca comemorarei um gol contra o Corinthians, não importa em que clube estiver. Lá ganhei tudo o que uma pessoa poderia sonhar, e mais que isso, a torcida me ganhou pra toda a vida. Era flamenguista desde criança, e hoje posso dizer que sou corintiano.” Oswaldo de Oliveira

“Meu Deus, amo mais isso aqui que qualquer outra coisa no mundo.” Neto (após marcar um gol de bicicleta e ser expulso por tirar a camisa e comemorar com a Fiel)

“Ser campeão não é fundamental. Fundamental é ser corintiano.” Juca Kfouri

“O Corinthians é o símbolo do povo. Do povo que sofre todas as decepções, desde as mais legítimas, como também as de seus sonhos. Que é humilde. Povo que se abate, mas que ao mesmo tempo, sabe que precisa recomeçar. E recomeça mesmo! Está presente em todas as lutas. Recomeça. Tenho certeza de que a vitória do Corinthians deve levar a vitórias essenciais na vida. E vai levar a tanto. Acreditamos, sempre, de novo, nesta era que está para chegar em favor do povo, com a participação do povo e criada pelo mesmo povo.” Dom Paulo Evaristo Arns, em sua Pastoral ao Povo Corintiano, depois do título de 1977

“Nunca tive nada contra o Corinthians. Apenas precisava calar logo aquela massa incrível. Se não calasse, a torcida ganharia o jogo.” Pelé

“Não existe uma ‘argentinização’ do Corinthians, mas sim uma ‘corintianização’ da Argentina” Washington Olivetto

“Uma das minhas maiores frustrações era a de nunca ter vestido a camisa do Corinthians. Eu acho que teria mais reconhecimento se tivesse jogado lá, e cada um dos gols que fiz no Galo, ou no Inter ou no Flamengo teria valido por dois” Dadá Maravilha

“Todo time tem uma torcida. No Corinthians, a torcida é que tem um time.” José Roberto de Aquino

“Ser corintiano é decidir que todo ano a gente vai sofrer.” Gilberto Gil

”Saio do Corinthians para dirigir o meu país. Não trocaria esse time por nenhum outro do mundo, e olha que tive propostas” ; “As vezes eu me pego cantando junto com a torcida” Carlos Alberto Parreira

“Aqui quem ganha não é Carlitos, ou Nilmar, é o Corinthians!” Carlitos Tevez

“Corinthians minha vida, Corinthians minha história, Corinthians meu amor” Fiel Torcida.

Posted by Vã Malocca* at 21:46:49 | Permalink | Comments (2)

Saturday, March 10, 2007

CORINTHIANS DE A a Z: PEQUENO DICIONÁRIO AMOROSO 05.23.06

A mor incondicional. Existe: pelo Corinthians.

B asílio, de seus pés saiu o gol de nosso mais impostante título - Paulista de 77.

C oringão: como a carta de baralho, o coringa e o Coringão preenchem qualquer vazio. Uma vez Corinthians, felicidade completa.

D emocracia Corintiana: maior movimento sócio-político da história do esporte em todo o mundo. Fortalecidos pelo manto sagrado e sua imensa torcida, em pleno regime militar: Sócrates, Wladimir, Casagrande e Zenon convocam a nação brasileira à luta pela democracia.

E mbaixadinhas do Edílson: assim que sentiu concretizada a supremacia alvinegra em campo, Edílson, entediado, disparou a fazer embaixadas. Bizarramente essas foram consideradas criminosas, intriga da oposição.

F iel: na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, ainda que a morte os separe.

G aviões da Fiel: grupo de Fiéis que se uniu para garantir que quem dirige o Todo-poderoso o mantenha em seu lugar - acima do bem e do mal.

H erói: clube de operários fundado em uma barbearia, o herói Corinthians enfrenta e vence todas adversidades, uma a uma. No campo e na vida, orgulho da nação.

I nvasão Corintiana, o maior deslocamento humano em tempos de paz. Mais de 70 mil corintianos invadem o Rio e o Maracanã, em pleno jejum, impagáveis.

J uiz ladrão. Sim, porque o Corinthians nunca perde, o juiz é que rouba! Se tivesse dado aqueles justos trinta segundos a mais teria virado o placar!

K ia Joorabchian: egos à parte, o empresário foi um dos responsáveis pela ‘corintianização’ da Argentina.

L ealdade inerente. Um por todos e todos por um.

M ultiplicação. Aos Fiéis foi dado o dom da multiplicação. Brotam no asfalto de Sampa. Um fenômeno ‘gremiling’.

N unca desiste. Afinal: “És do Brasil o clube mais brasileiro”.

O diado. O Corinthians é um divisor de águas, o Michelângelo do esporte e da religião. Pós Corinthians existem apenas dois tipos de torcedores: os corintianos e os anti-corintianos.

P acaembú: ao time da cidade, o estádio da cidade.

Q uestão de tempo, a profecia do Hino se concretizou: “Campeão dos Campeões”.

R ecordista, exímio goleador, matador: Cláudio Cristóvam, 306 gols alvinegros.

S ofredor. O conceito é bem simples: o Fiel é capaz de enfrentar todas adversidades e vencê-las, sem temor, dúvida ou cansaço.

T imão. O apelido é óbvio: existem times e times, e existe o Timão.

U h! Marcelinho! Grito catártico em homenagem ao maior ídolo: excelência técnica, amor e raça. O Timão fez Pé-de-anjo à sua semelhança: o mais amado e odiado do Brasil.

V icente Matheus, presidente e filósofo: “O difícil, como vocês sabem, não é fácil”.

W lademir: Deus que vive entre os humanos a fim de propagar ideais corintianos, irresistível ultrapassou todos os limites, até troféu do rival recebeu.

X odó da Fiel, José Ferreira Neto, Neto. Habilidoso maloqueiro, liderou e levou a nação ao primeiro título Brasileiro. Eterno.

Z é Maria dos pés desse guerreiro saiu o gol de Basílio, em 77: “Para mim, em termos de torcida, de expectativa, de entusiasmo, essa conquista foi mais importante do que a Copa de 70 e todas as outras Copas em que fui convocado”.

* Mil outros poderiam ser escritos. Alvinegro infinito, jus lhe seja feito.

Posted by Vã Malocca* at 18:58:58 | Permalink | No Comments »